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Caso Alstom e os tucanos
 


Conselheiro do TCE investigado é dono de ilha e de prédio
Robson Marinho diz que comprou ilha na baía de Paraty em 1993 por R$ 100 mil, antes de assumir cargo no governo CovasO prédio de oito andares, com 16 salas de escritório, vale cerca de R$ 2 milhões no mercado; Marinho diz ter aplicado metade desse valor

Ilhas são associadas no imaginário popular a milionários. O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo Robson Marinho, que não se considera milionário, tem uma ilha na baía de Paraty, litoral sul do Rio. Tem também um prédio comercial de oito andares numa das regiões nobres de São José dos Campos (SP).A ilha de Araçatiba tem cerca de 70 mil metros quadrados e construções modestas para uma região que abriga imóveis da Xuxa e da família Marinho, da Rede Globo: são duas casas pré-fabricadas, de acordo com o próprio conselheiro.Marinho chega à ilha em uma lancha sua, de 21 pés, com motor de popa, avaliada em R$ 25 mil, segundo ele. Lá, tem também uma traineira, avaliada por ele próprio em R$ 20 mil.O conselheiro é investigado pelo Ministério Público sob a suspeita de ter recebido propinas da Alstom para facilitar os negócios da empresa com o governo paulista.As iniciais RM aparecem em documentos enviados ao Brasil pelo Ministério Público Suíço. Num trecho de um documento, RM é apontado como "ex secretaire du governeur" (ex-secretário do governador). Há ainda uma anotação de que o dinheiro seria usado para fazer pagamentos a "le tribunal de comptes" (tribunal de contas).Marinho foi coordenador da campanha que levou Mário Covas (1930-2001) ao governo de São Paulo (1995-2001). Foi chefe da Casa Civil entre 1995 e 1997, quando Covas o nomeou conselheiro do TCE.Marinho gargalha quando associam a ilha às suspeitas em torno da propina paga pela Alstom. "Comprei essa ilha em 1993, antes de assumir qualquer cargo no governo", conta. "Eu tinha uma casa e um terreno em Caraguatatuba, e a corretora que vendeu me trouxe um filme da ilha".Diz ter pago por volta de R$ 100 mil, o mesmo preço de um apartamento de três dormitórios em Caraguatatuba na época, numa comparação feita por ele. Hoje, ele avalia a ilha entre R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão -as casas consumiram R$ 300 mil, segundo o conselheiro: "A ilha deu uma bela valorizada. Foi um excelente negócio".Dois corretores consultados pela Folha, sob a condição de que seus nomes não fossem citados, dizem que uma ilha como a de Marinho vale hoje de R$ 2 milhões a R$ 2,5 milhões.O prédio de oito andares, com 16 salas de escritório, vale cerca de R$ 2 milhões, segundo corretores. O conselheiro diz ter investido a metade desse valor. O dinheiro veio da venda de uma casa por R$ 750 mil, e R$ 300 mil foram financiados.Marinho diz ter renda suficiente para justificar essas compras -ganha R$ 21 mil mensais líquidos do tribunal e diz trabalhar desde os 13 anos. Conta que trabalhava com turismo na Breda.Afirma que foi envolvido numa trama que tem um quê de absurdo: "Estou sendo incriminado por um bilhete anônimo que diz que RM arrecadou R$ 7 milhões para distribuir para políticos que garantiriam contratos para a Alstom. Essas iniciais são as minhas, mas não assumo que seja eu no documento. Quem acusa tem de provar".Ele diz que essa suspeita só pode partir de alguém que não conheceu o estilo Covas: "Ele não deixava eu conversar com empresários. Só falava com prefeito, com deputado".O conselheiro repudia a idéia de que beneficiou a Alstom ao defender um contrato do Metrô de três anos que durou dez a mais: "Durou tudo isso porque a tecnologia mudou". O tribunal reprovou o contrato.


Escrito por Jussara Seixas às 07h33
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Propina de US$ 1 mi paga pela Alstom passou por doleiros
Rota do dinheiro que teria ido para políticos brasileiros está registrada em documento do Ministério Público suíçoNomes dos doleiros do Brasil que receberam esses valores nos EUA estão sob sigilo, já que um deles negocia delação premiada em SP
A filial suíça da Alstom usou empresas sediadas em paraísos fiscais e contas de doleiros brasileiros para movimentar US$ 1 milhão que foi usado para pagar propinas a políticos brasileiros, segundo investigação em curso na Suíça e na França.A rota do dinheiro, de Zurique, na Suíça, a Nova York, nos EUA, está registrada em um documento do Ministério Público suíço obtido pela Folha.Das contas dos doleiros brasileiros em Nova York o dinheiro pode ter tido dois destinos: ou foi creditado para alguém no Brasil, por meio de dólar-cabo, ou foi transferido para contas de brasileiros no exterior.Dólar-cabo é o sistema pelo qual um doleiro recebe dinheiro numa conta no exterior e disponibiliza o mesmo valor no Brasil, em troca de uma comissão, sem que haja movimentação física de valores.O documento lista quatro depósitos que a Alstom ordenou entre dezembro de 1998 e fevereiro de 2002. Dois desses depósitos saíram do Union Bancaire Privée, de Zurique, e outros dois, do Bank Audi.Todos foram parar em conta da "offshore" MCA Uruguay Ltd., nas Ilhas Virgens Britânicas, paraíso fiscal localizado no Caribe. A MCA é controlada pelo brasileiro Romeu Pinto Jr., apontado pelos investigadores brasileiros como um operador ligado aos tucanos.Os valores dos depósitos ordenados pela Alstom são: US$ 207.659,57 (outubro de 1998), US$ 298.856,45 (dezembro de 1998), US$ 245 mil (dezembro de 2001) e US$ 255 mil (fevereiro de 2002).O valor total (US$ 1.006.516) corresponde a R$ 1,8 milhão, quando se corrige as transferências seguindo as datas em que elas foram feitas.Os nomes dos doleiros brasileiros que receberam esses valores em Nova York estão sendo mantidos sob sigilo.A razão do sigilo, segundo a Folha apurou, é que um dos doleiros está negociando uma delação premiada em São Paulo. Ele tenta obter uma redução de pena em troca de informações sobre quem foram os beneficiários das transferências feitas pela MCA para as contas de Nova York.A colaboração dos doleiros é fundamental para se descobrir quem foi o beneficiário das transferências de US$ 1 milhão. É que doleiros não emitem qualquer documento sobre os valores que pagam.O dinheiro que a MCA recebeu de bancos suíços não é o total de propina que a Alstom teria pagado a políticos brasileiros, de acordo com documentos que o Ministério Público da Suíça remeteu na última semana para o Brasil.Segundo o resumo dos promotores, revelado pelo jornal "O Estado de S. Paulo", a Alstom pagou 34 milhões de francos franceses, correspondentes hoje a R$ 13,5 milhões. O documento suíço diz que as propinas foram pagas entre 1998 e 2001 e cita a Eletropaulo.O jornal "Wall Street Journal", que revelou o caso, diz que a Alstom pagou US$ 6,8 milhões para obter um negócio de US$ 45 milhões do Metrô.A Alstom não quis se pronunciar sobre os doleiros. A Folha não conseguiu falar com Pinto Jr. em seu escritório.


Escrito por Jussara Seixas às 03h52
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Escrito por Jussara Seixas às 18h29
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Câmara convida presidente da Alstom para depor em comissão
Requerimento aprovado por deputados também inclui procuradores e chefe da PF
As suspeitas de irregularidades em contratos firmados entre o Metrô e a Alstom chegaram ao Congresso Nacional. Ontem, integrantes da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara aprovaram, por 10 votos a 7, requerimento que pede audiência pública para debater o caso.De autoria de Fernando Praciano (PT-AM) e Ivan Valente (PSOL-SP), o requerimento convida para depor, no dia 17, o presidente da Alstom no Brasil, Aloísio Vasconcelos, os procuradores do Ministério Público de São Paulo Silvio Marques e do Ministério Público Federal Rodrigo de Grandis, além do diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Côrrea.Luiz Paulo Lucas (PSDB-ES), que votou contra, disse estranhar a forte mobilização do PT para a aprovação da audiência pública no Congresso. "Não faço julgamentos, mas acredito que uma audiência para discutir o tema seja completamente fora de propósito. Não sei se tem má-fé, mas o fato é que o PT de São Paulo estava muito interessado nisso."O presidente da comissão, favorável à investigação na Câmara, Jilmar Tatto (PT-SP), negou que os deputados da base aliada tenham aprovado o requerimento apenas para desgastar a oposição em São Paulo. "Estranho seria se o Congresso não tomasse nenhuma medida", afirmou Tatto.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0506200817.htm



Escrito por Jussara Seixas às 03h12
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Ministério Público de SP vai investigar compras de trens
Metrô e CPTM gastaram juntas R$ 723,5 milhões em duas compras de trens da empresa Alstom realizadas sem licitaçãoMetrô utilizou contrato de 1992 para comprar 16 trens em 2005, e CPTM recorreu a contrato de 1995; empresas negam irregularidades

O Ministério Público do Estado vai investigar duas compras de trens da Alstom feitas sem uma nova concorrência pelo Metrô de São Paulo e pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). As duas compras somam R$ 723,5 milhões -os trens do Metrô custaram R$ 500 milhões, e os da CPTM, R$ 223,5 milhões.No caso do Metrô, o Tribunal de Contas do Estado apontou que a ausência de uma nova concorrência provocou prejuízo de R$ 70 milhões: se fosse feita uma nova licitação, o Metrô teria isenção de impostos.Os casos da empresas controladas pelo governo estadual foram revelados pela Folha. O promotor Silvio Marques diz que abrirá um inquérito específico sobre as compras de trens sem licitação. O Ministério Público do Estado e o Ministério Público Federal apuram em outro inquérito o eventual pagamento de propina da Alstom para políticos tucanos.O Metrô usou um contrato de 1992 para fazer a compra de 16 trens em 2005, na gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB). O contrato original previa a compra de 22 trens, mas só a metade havia sido entregue. O Metrô ressuscitou um contrato que tinha 13 anos para comprar os 11 trens que faltavam e acrescentou outros cinco veículos. Os 16 trens custaram cerca de R$ 500 milhões.No caso da CPTM, o contrato original era de 1995 e havia sido cumprido integralmente: os 12 trens da Alstom, comprados por R$ 223,5 milhões, já tinham sido entregues. O TCE considerou a compra irregular. A segunda compra não tinha nenhuma relação com a anterior: em 1995, os trens eram para uma linha da zona leste; na compra feita em 2000, os 12 trens eram para a zona sul.No julgamento do TCE, a compra de 2005 com um contrato de 1995 "traduziu-se, singelamente, em dissimulada contratação direta, e não pode ser aprovada". Cláudio Alvarenga, conselheiro responsável pelo caso, multou os que assinaram o contrato em R$ 14.880 porque eles não cumpriram "o dever de licitar prescrito pelo artigo 37 da Constituição".O contrato de R$ 500 milhões do Metrô com a Alstom deve ser considerado irregular pelo TCE, segundo a Folha apurou. O promotor Silvio Marques e o procurador Rodrigo de Grandis vão pedir que a Polícia Federal investigue o vazamento de papéis enviados pela Suíça sobre a Alstom, pois ele alertou os citados e inviabilizou as operações de busca.A investigação começou na Suíça e na França, onde promotores têm indícios de que a Alstom pagou US$ 6,8 milhões de comissão para obter um contrato de US$ 45 milhões do Metrô. Na sexta, o "Estado de S. Paulo" revelou que a Alstom teria pago R$ 13,5 milhões para obter negócios da Eletropaulo.Outro ladoA CPTM e o Metrô não consideram que cometeram irregularidades ao restaurar contratos que tinham mais de dez anos para fazer compras sem uma nova concorrência. Segundo a CPTM, a lei que regulamenta as licitações não estabelece prazos para a duração de um contrato. Ainda segundo a CPTM, não há impedimento legal para a compra de trens para uma linha e posterior redirecionamento para outra.Para o Metrô, caso o contrato com a Alstom fosse rescindido, haveria o pagamento de multas porque havia trens para serem entregues. O nível de endividamento do Estado, segundo o Metrô, também era um obstáculo à realização de uma nova licitação.



Escrito por Jussara Seixas às 06h45
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Amigos e leitores

O Google liberou o blog http://tucanoalstom.blogspot.com/. Volto a postar lá também. Pelo sim e pelo não vou ficar com os dois blogs. O importante é informar a todos a corrupção do governo FHC, Alckmin, Serra, a imensa corrupção dos demostucanos.

Agardeço a colaboração, e a solidariedade de todos.

Jussara Seixas



Escrito por Jussara Seixas às 05h35
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CASO ASLTOM E OS TUCANOS
CARTAS MARCADAS
por Leandro Fortes
Um empresário acusa a ECT de superfaturamento de R$ 48 milhões em licitação promovida no governo FHC
Há cinco anos, repousa em uma gaveta do empresário catarinense Edson Maurício Brockveld um envelope lacrado de papel pardo. Em uma das faces do invólucro estão registradas cinco assinaturas de membros da Comissão Especial de Licitação dos Correios. Dentro, segundo ele, está a prova de que a corrupção na ECT começou – ou tinha prosseguimento – ainda no governo Fernando Henrique Cardoso. Dono da Brockveld Equipamentos e Indústria Ltda., o empresário espera a hora de abrir publicamente o envelope. Quer provar ter sido preterido em uma concorrência, em 2000, em favor de duas empresas estrangeiras, a alemã Siemens e a francesa Alstom, ambas com propostas supostamente superfaturadas. Brockveld alega ter calculado em R$ 48 milhões o contrato de compra de equipamentos de movimentação e triagem de carga interna oferecido à ECT. A dupla vencedora cobrou quase o dobro. De quebra, diz o empresário, as escolhidas passaram a gerenciar outros três contratos no valor de US$ 100 milhões (R$ 280 milhões).Em 22 de dezembro de 1999, a ECT abriu a concorrência internacional 016/99 para compra e manipulação de equipamentos de sistemas de movimentação e triagem interna de carga. Interessado no negócio, Edson Brockveld conta que, nos dois anos anteriores à licitação, desenvolveu, junto ao setor de engenharia dos Correios, diversos equipamentos e realizou testes em parceria com as empresas Portec e Buschman, ambas dos Estados Unidos. Segundo ele, a pedido da diretoria da ECT, a Brockveld Equipamentos chegou a trazer engenheiros americanos para fazer as demonstrações e, assim, ganhar a confiança da direção da estatal. O presidente da empresa era Hassan Gebrin, ligado aos grupos políticos do governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz (PMDB), e do então senador, atual deputado, José Roberto Arruda (PFL-DF). A indicação havia sido avalizada pelo então ministro das Comunicações, Pimenta da Veiga. Para garantir uma boa posição no processo licitatório, a Brockveld fez um consórcio com a japonesa NEC, uma das gigantes mundiais do setor de tecnologia de ponta. Pelo acordo, cada empresa seria responsável por um setor. A empresa brasileira cuidaria do maquinário de movimentação postal e a NEC dos equipamentos de comunicação e segurança. Dois dias antes da licitação, no entanto, sem nenhum sinal prévio, conta Edson, o então diretor da NEC no Brasil, Marcos Sakamoto, informou à Brockveld que não poderia participar da licitação. Alegou, segundo o empresário catarinense, atender a um pedido da direção da Siemens, que não queria a participação das duas empresas na licitação. No dia da abertura das propostas, Edson Brockveld diz ter sido diretamente convidado pelas empresas Mannesmann Dematic Rapistan, Siemens e Alstom a não participar da concorrência da ECT, pois estaria tudo certo que as duas últimas seriam as vencedoras da licitação. Brockveld alega ter ignorado a oferta e participado, assim mesmo, do processo. No dia da licitação, o edital previa que fossem abertos os envelopes relativos à habilitação técnica e comercial. Porém, ao ser constatado que a Brockveld Equipamentos iria participar da licitação, e pelo fato de os concorrentes não saberem se a empresa estava ou não com os documentos em ordem, foi feita uma proposta à ECT de emissão de um parecer único da proposta técnica e de habilitação, em desacordo com o estabelecido no edital de licitação.Feito isso, a Brockveld e a Mannesmann acabaram sumariamente inabilitadas tecnicamente. A Mannesmann imediatamente recorreu, mas teve o pedido indeferido. Ambas receberam, lacrados, os envelopes com as propostas de volta. Siemens e Alstom foram as escolhidas. Detalhe: a empresa francesa embolsou US$ 15 milhões e deu o cano na ECT. Está sendo processada pelos Correios, mas foi substituída, em seguida, pela NEC.Logo depois, a direção da Brockveld foi procurada pela empresas vencedoras. Teriam pedido para que ela não entrasse com recurso administrativo. Em troca, os executivos da Siemens e da Alstom dariam parte do projeto para a perdedora. Ou seja, comprariam da empresa brasileira os equipamentos previstos no contrato. Com a Alstom, o acordo foi assinado na noite do dia 23 de fevereiro de 2000. A empresa foi representada, segundo Edson Brockveld, por um diretor chamado Jean Bernard Devraignes. A Siemens, no entanto, esperou a data-limite para entrada de recurso, 24 de fevereiro de 2000, para assinar o acordo, em Brasília. Naquele dia, para ter certeza de que tudo sairia conforme combinado, Hélcio Aunhão, diretor da Siemens, foi ao aeroporto da capital federal encontrar com Brockveld, então disposto a entrar com o recurso administrativo contra o resultado da licitação, o que nunca aconteceu. Depois de assinados os contratos, no entanto, as empresas vencedoras não honraram os acordos.Edson Brockveld, então, esperou o momento certo de se vingar. A crise desencadeada a partir das denúncias de corrupção, justamente nos Correios, lhe pareceu a oportunidade ideal. Na quinta-feira 22, o empresário foi ao Congresso Nacional para entregar toda a documentação sobre o caso à senadora Ideli Salvati (PT-SC).Disse a ela ter tomado a iniciativa de denunciar o caso agora porque, impedido de participar da licitação e traído por empresas internacionais, achava que a CPMI dos Correios iria se interessar pelo caso. Por isso havia decidido ir pessoalmente ao Senado. Ele disse à senadora que, em princípio, não tem interesse em entrar em briga judicial contra a ECT, mas pretende acionar a Siemens e a Alstom por quebra de contrato.A NEC, substituta da Alstom, teve, em 2004, o contrato aditivado nos porcentuais previsto na Lei de Licitação, o que não ocorreu com a Siemens. A empresa alemã, então, entrou com uma ação contra os Correios. O processo está correndo na Justiça Federal de Brasília. A decisão dos Correios levou o deputado José Roberto Arruda a procurar o ex-ministro das Comunicações Eunício de Oliveira e registrar protesto em nome da Siemens. Clique abaixo e confira os documentos:



Escrito por Jussara Seixas às 05h28
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CPI para investigar contratos da Alstom é "eleitoralismo", diz Serra
Folha Online
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), afirmou nesta segunda-feira que a intenção da base aliada do governo Lula de criar uma CPI no Congresso para investigar possíveis irregularidades nos contratos do governo do Estado com a multinacional francesa Alstom não passa de ação eleitoreira. "Isso é eleitoralismo, é o kit PT", afirmou o governador durante evento no Palácio dos Bandeirantes.
De acordo com Serra, a primeira ação a ser feita pelo o governo estadual é tomar conhecimento dos documentos enviados pelo Ministério Público da Suíça ao governo brasileiro. "Até agora, a única coisa que se conhece são vazamentos", afirmou.
Os documentos apontam que empresas "offshore" teriam sido utilizadas para repassar, entre 1998 e 2001, até R$ 13,5 milhões em propinas para políticos e autoridades de SP, em valores atualizados. No período, o Estado foi governado pelos tucanos Mario Covas e Geraldo Alckmin.
Eleitoreiro? Como assim, a Suíça e França, estão fazendo campanha contra o PSDB, são todos petistas por lá? Não foi o PT que levantou essa sujeira, que fez esse dossiê Alstom, foi MP, juízes, da Suíça.O que vazou é mais do que suficiente para o Brasil investigar, apurar quais os tucanos que receberam propinas. Serra está querendo jogar a sujeira para baixo do tapete, aliás como sempre fizeram.




Escrito por Jussara Seixas às 18h45
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Caso Alstom: Deputado pró-CPI nega "politização"

"Eletrobras, Itaipu, Metrô de São Paulo, Cesp, Petrobras, CPTM, Sabesp. São inúmeras as empresas, aqui e no exterior, com as quais a multinacional francesa Alstom é acusada de manter relações comerciais nebulosas por meio do pagamento de propinas e "comissões". Os repasses teriam como objetivo a obtenção de vantagens em concorrências das quais a empresa participou.

As investigações na Alstom tiveram início em novembro de 2007, depois que o Ministério Público da França seguiu os rastros de uma denúncia da Justiça suíça, segundo a qual a empresa teria movimentado US$ 20 milhões para financiar propinas no Brasil, Venezuela e Indonésia. Presente em 70 países, a multinacional teve faturamento de mais de 14 bilhões de euros entre 2006 e 2007.

Para aprofundar as investigações sobre a Alstom no Brasil, o deputado João Bacelar (PR-BA) pretende instalar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Câmara dos Deputados. O parlamentar nega que haja tentativa de "politizar" a criação da CPI - apesar de a empresa ser investigada pelo Ministério Público Federal e pelo MP de São Paulo por evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

- Eu não queria politizar um requerimento desses - afirma - A CPI já estava pronta, mas quando eu senti uma politização em torno de São Paulo, solicitei mais informações para dar um lastro mais forte - explica.

Em depoimento, um empresário preso pela Polícia Federal disse que a companhia francesa pagou mais de US$ 700 mil a Petrobras, conforme noticiou o jornal Folha de S. Paulo.

Bacelar evitar citar o número de assinaturas que dispõe para criar a CPI. Ele crê, no entanto, que nesta semana haverá uma "pressão grande" sobre a Câmara para que a comissão seja instalada. O deputado espera ainda as informações sobre o caso solicitadas ao TCU (Tribunal de Contas da União) e aos ministérios.”
Diego Salmen, Terra Magazine
Entrevista Completa, ::Aqui::

http://nogueirajr.blogspot.com/



Escrito por Jussara Seixas às 16h23
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Contratos irregulares da Asltom estão engavetados na Assembléia


O deputado João Bacelar (PR-BA) vai tentar nesta semana a instalação de uma CPI na Câmara para investigar os contratos firmados com a Alstom e os tucanos.Os contratos a serem investigados serão os firmados entre a Eletropaulo e a Alstom, João Bacelar prometeu dar início nesta semana à coleta de assinaturas para o requerimento de instalação da CPI. São necessárias 171 subscrições, entre 513 deputados.

O deputado diz ter apoio de outros colegas- enviou ao TCU (Tribunal de Contas da União) pedido de informações sobre os contratos da empresa que estão sob investigação.

João Bacelar havia prometido há duas semanas iniciar a coleta de assinaturas, mas recuou depois que os tucanos comandados por José Serra e os amigos do ex-governador Geraldo Alckmin o acusaram de agir politicamente para prejudicar o PSDB, a pedido do DEM ou do governador da Bahia, Jacques Wagner.

"Eu já estava com o pedido de instalação da CPI pronto quando surgiram essas acusações de que eu agia politicamente. O governador é meu amigo e não tem conhecimento disso. Eu não tenho o objetivo de atingir ninguém", afirmou ele.

Documentos enviados ao governo brasileiro pelo Ministério Público da Suíça indicam que empresas "offshore" foram utilizados para repassar propinas para autoridades de SP durante os governos dos tucanos Mário Covas e Geraldo Alckmin, e o genro do ex-presidente Ferando Henrique Cardoso, David Zylberstajn, segundo relatou o jornal "O Estado de S.Paulo". Um contrato realizado pela Eletropaulo, entre 1997 e 1998, está sob investigação.

Os tucanos, Geraldo Alckmin, José Serra e Fernando Henrique Cardoso, dizem não ver elementos para a instalação de uma CPI da Alstom na Casa."Não me consta que haja qualquer envolvimento de membros do Congresso nessas denúncias. É matéria que diz respeito ao Estado de São Paulo", disse o líder do PSDB na Casa, José Aníbal (SP).

Deputados petistas defendem a eventual instalação da CPI só depois que novas informações sobre o caso forem encaminhadas ao Congresso."Eu fiz ofício ao Ministério da Justiça sobre o assunto [solicitando a documentação]. O ideal é esperar primeiro as informações para sabermos do que se trata", disse o deputado Paulo Teixeira (PT-SP).

Na Assembléia paulista, a bancada do PT diz que pretende para apurar o caso.

A comissão tem à frente o deputado petista Antonio Mentor e aprovou a convocação de David Zylberstajn, secretário de energia do governo Covas.O medo do PSDB, principalmente a ligada a Alckmin, é o de que a Assembléia consiga os documentos que estão em poder do Ministério da Justiça.

Escreva para os deputados petistas na Assembléia Legislativa de São Paulo. Vamos incentivar os deputados a criarem a CPI Alstom.

Adriano Diogo
adiogo@al.sp.gov.br

Ana do Carmo
anadocarmopt@al.sp.gov.br

Ana Perugini
aperugini@al.sp.gov.br

Antonio Mentor
amentor@al.sp.gov.br

Carlinhos Almeida
carlinhos@carlinhos.org

Cido Sério
cidoserio@al.sp.gov.br

Donisete Pereira Braga
dpbraga@al.sp.gov.br

Enio Tatto
eniotatto@al.sp.gov.br

Hamilton Pereira
hpereira@al.sp.gov.br

José Cândido
josecandido@al.sp.gov.br

José Zico Prado
jprado@al.sp.gov.br

Marcos Martins
mmartins@al.sp.gov.br

Maria Lúcia Prandi
mlprandi@al.sp.gov.br

Mário Reali
mreali@al.sp.gov.br

Roberto Felício
rfelicio@al.sp.gov.br

Rui Falcão
rfalcao@al.sp.gov.br

Sebastião Almeida
salmeida@al.sp.gov.br

Simão Pedro
spedro@al.sp.gov.br

Vanderlei Siraque
vsiraque@al.sp.gov.br

Vicente Cândido
vcandido@al.sp.gov.br
http://www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com/


Escrito por Jussara Seixas às 12h31
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Escrito por Jussara Seixas às 11h02
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 CASO ALSTOM E O TUCANO REINALDO AZEVEDO
O blogueiro abestalhado Reinaldo Azevedo, que pensa que é jornalista, está fugindo do assunto Alstom e os tucanos, como o diabo da cruz. Ele usou o seu blog a semana passada para atacar os ministros do STF porque aprovaram as pesquisas com célula tronco embrionárias, ele é contra as pesquisas. Ele diz que esse é o mote para a legalização do aborto, ele também é contra. Ele se diz um católico fervoroso, temente a Deus. Também usou o espaço para atacar os índios, ele é contra a demarcação da terra indígena Raposa do Sol, para os índios. Ele é a favor de Quartiero, do governador de RR, que é do PSDB. O curioso é que quando ele recebia dinheiro da Nossa Caixa, dinheiro desviado de estatais do governo de SP para manter a sua revista Primeira Leitura que fazia propaganda mentirosa, a favor do governo de Alckmin em SP, ele não era temente a Deus. Defensor ferrenho do governo de FHC, ele idolatra FHC até por conta do desemprego recorde, das privatizações escusas, da compra de votos para a reeleição em 1996. Falar do caso Alstom e os tucanos nem pensar, uma notinha de noticia de jornal, para não dar muito na cara o apego dele por FHC, Serra, e tucanos, foi o máximo que ele conseguiu fazer. O Deuses dele tem nomes: FHC, Civita, Serra,Alckmin, PSDB.
Jussara Seixas




Escrito por Jussara Seixas às 11h00
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José Serra está agindo para barrar mais uma CPI na Assembléia Legislativa do Estado.


Para os jornalistas e para aparecer na mídia,o ex-governador Geraldo Alckmin está defendendo as investigações do caso Alstom/PSDB. “Se for apurada alguma coisa, defendo punição exemplar”. O ex- governador Geraldo Alckmin, só está defendendo a investigação, por que sabe que nada vai acontecer.Jornais como a Folha, não tem dado atenção ao caso. Como bem lembrou o jornal Hora do Povo; “Assim que jornais internacionais noticiaram que a multinacional Alstom pagou propina para tucanos de São Paulo por conta de contratos assinados com o Metrô, o jornal “Folha de São Paulo” tratou logo de exumar investigações da Polícia Federal sobre uma quadrilha que extorquia estatais federais de energia elétrica para tentar tirar o foco das irregularidades cometidas no governo de São Paulo”.

Na última segunda-feira, por exemplo, o destaque foi dado para uma matéria requentada de que o nome do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), líder do partido no Senado, e o de Adhemar Palocci, diretor da Eletronorte e irmão do deputado federal Antonio Palocci (PT-SP), apareciam numa lista apreendida pela PF em 2006 na casa do ex-assessor de Raupp, José Roberto Paquier, juntamente com uma cifra de R$ 2 milhões e o nome da Alstom.

A operação desencadeada na época pela PF, conhecida como Castores, visava desbaratar uma quadrilha que tentava extorquir estatais federais de energia elétrica. Em meio às apurações, a PF chegou a Paquier, que na época foi preso e demitido pelo senador. Segundo a PF, ele tentava intermediar o pagamento de uma dívida de R$ 300 milhões que a Eletronorte tinha com a Alstom.

Embora esta operação tenha sido amplamente noticiada na época, a “Folha” resolveu relembrar o caso, para colocar apenas no meio da matéria, que a Alstom está sendo investigada porque os promotores da França e da Suíça “citam que um dos casos suspeitos envolve o Metrô paulistano - a empresa teria pago US$ 6,8 milhões a políticos para ganhar uma licitação de US$ 45 milhões”.

Para Valdir Raupp , o envolvimento de seu nome em uma denúncia de propina paga pela Alstom, empresa com a qual jamais teve qualquer contato e da qual nunca recebeu qualquer doação de campanha, “está com cara de missa encomendada”. “Não há inquérito, não há processo e, que eu saiba, também não houve investigação”, declarou o senador. Raupp diz que há mais de dois anos, quando o único diretor da Eletronorte indicado por ele foi demitido, não tem nenhum indicado seu lá. “Só conheci o presidente da Eletronorte à época (Carlos Nascimento) depois que ele tomou posse” disse Valdir Raupp .


O JN da Globo, tão acostumado com suas manchetes espetaculares quando se trata de denunciar o governo federal, dessa vez, esqueceu do escandâlo tucanoAlstom. O assunto, até o momento, não mereceu nem mesmo um comentário por parte do senhor Ali Kamel.

Enquanto isso, as primeiras notícias começam a circular entre os jornalistas, dão conta de que o governo tucano de São Paulo está agindo para barrar mais uma CPI na Assembléia Legislativa do Estado.

Nos últimos anos, cerca de 70 pedidos de investigação foram engavetados pela pressão que os governadores exercem sobre os parlamentares da base aliada do PSDB.

Desta vez, o pedido de Serra é para não deixar ir longe as denúncias de corrupção envolvendo a multinacional Alstom e estatais do governo estadual. A bancada do PT na Assembléia, que propôs a comissão, já recolheu 23 assinaturas e precisaria de pelo menos outras nove, mas o governador José Serra (PSDB), assim como seus antecessores, trabalha para que nada saia do papel. De um lado a mídia abafa o caso, do outro, José Serra pede a sua bancada que barre qualquer coisa que envolva o nome dos tucanos

Segundo o líder da bancada, na assembléia legislativa de São Paulo os petistas estão encontrando dificuldade porque "há uma orientação do Palácio dos Bandeirantes para que não assinem requerimentos de CPI".

A intenção da bancada é avançar sobre a base governista para conseguir as assinaturas restantes. Eles apostam na adesão de integrantes dos partidos que sustentam o governo, divididos em uma rixa entre partidários de Serra e de Geraldo Alckmin.Vamos aguardar!

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Escrito por Jussara Seixas às 04h34
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Deputado aliado tenta CPI do caso Alstom

João Bacelar (PR-BA) trabalha por instalação de comissão na Câmara para investigar relação de multinacional com tucanos

Em São Paulo, PSDB será alvo de CPI na Assembléia que vai apurar suposto pagamento de propina a políticos na gestão Alckmin

DA FOLHA ONLINE, EM BRASÍLIA

Integrante da base aliada do governo Lula, o deputado João Bacelar (PR-BA) vai retomar nesta semana a investida para a instalação de uma CPI na Câmara para investigar os contratos firmados pela multinacional francesa Alstom no Brasil.
Motivado pelas novas denúncias de contratos irregulares firmados entre a Eletropaulo e a Alstom, Bacelar prometeu dar início nesta semana à coleta de assinaturas para o requerimento de instalação da CPI. São necessárias 171 subscrições, entre 513 deputados.
O deputado -que, sem citar nomes, diz ter apoio de outros colegas- enviou ao TCU (Tribunal de Contas da União) pedido de informações sobre os contratos da empresa que estão sob investigação.
Bacelar havia prometido há duas semanas iniciar a coleta de assinaturas, mas recuou depois de ser acusado de agir para prejudicar o PSDB, a pedido do DEM ou do governador da Bahia, Jacques Wagner (PT).
"Eu já estava com o pedido de instalação da CPI pronto quando surgiram essas acusações de que eu agia politicamente. O governador é meu amigo e não tem conhecimento disso. Eu não tenho o objetivo de atingir ninguém", afirmou ele.
Documentos enviados ao governo brasileiro pelo Ministério Público da Suíça indicam que empresas "offshore" teriam sido utilizadas para repassar propinas para autoridades de SP durante os governos dos tucanos Mário Covas e Geraldo Alckmin, segundo relatou o jornal "O Estado de S.Paulo". Um contrato realizado pela Eletropaulo, entre 1997 e 1998, está sob investigação.
Os tucanos, principais atingidos no caso, dizem não ver elementos para a instalação de uma CPI da Alstom na Casa.
"Não me consta que haja qualquer envolvimento de membros do Congresso nessas denúncias. É matéria que diz respeito ao Estado de São Paulo", disse o líder do PSDB na Casa, José Aníbal (SP).
Deputados petistas defendem a eventual instalação da CPI só depois que novas informações sobre o caso forem encaminhadas ao Congresso.
"Eu fiz ofício ao Ministério da Justiça sobre o assunto [solicitando a documentação]. O ideal é esperar primeiro as informações para sabermos do que se trata", disse o deputado Paulo Teixeira (PT-SP).

São Paulo
Na Assembléia paulista, o PT pretende utilizar nesta semana a CPI da Eletropaulo, já em andamento, para apurar o caso.
A comissão tem à frente o deputado petista Antonio Mentor e aprovou a convocação de David Zylberstajn, secretário de energia do governo Covas.
Reservadamente, os tucanos avaliam que o Planalto não trabalhará pela instalação de uma CPI em Brasília, pois a multinacional tem muitos contratos com o governo federal.
O temor de parte do PSDB, principalmente a ligada a Alckmin, nesse sentido, é o de que a Assembléia consiga os documentos que estão em poder do Ministério da Justiça.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0206200804.htm



Escrito por Jussara Seixas às 04h12
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CASO ALSTOM  E OS TUCANOS NA ALEMANHA

O Caso Alstom e os tucanos, divulgado por um blog na Alemanha. Isso mesmo a companheira Glória  mora na Alemanha, está divulgando o Caso Alstom na Alemanha. O endereço do blog é: http://alstom.over-blog.org/ 



Escrito por Jussara Seixas às 18h17
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Recebi um e-mail  de um leitor muito indignado. Além de palavras de baixo calão, ele disse que eu estou fazendo um dossiê. Que dossiê é crime. Crime é a corrupção do PSDB, SP, RS, PB, e aonde ele é governo. Crime foi   feito no governo de FHC  de 1995 - 2002.

Escrito por Jussara Seixas às 10h47
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Sem licitação, Metrô de São Paulo pagou à Alstom R$ 20 milhões a mais por trens



DIFERENÇA Documento mostra valores pagos pelo Metrô à Alstom em 2007 .(Clique na imagem para ampliar, ou aqui para ver ampliada)

Uma suspeita de corrupção em transações entre as estatais do governo paulista e a multinacional francesa Alstom promete ser a pedra no sapato dos tucanos em ano eleitoral. Se somados todos os contratos irregulares da empresa com o governo de São Paulo, chega- se à cifra de R$ 1,375 bilhão. Esse número pode aumentar com a investigação dos Ministérios Públicos Estadual e Federal, que prometem uma verdadeira devassa na atuação da Alstom. O grupo francês tem mais de 139 contratos firmados com o governo paulista desde 1989, que ao todo somam R$ 7,6 bilhões. Os negócios da multinacional em São Paulo envolvem o Metrô, a Cesp, CPTM, CTEEP, Dersa, Eletropaulo, Emae, Prodesp e Sabesp, entre outras estatais.

A revista IstoÉ teve acesso a documentos que mostram o caso de um contrato firmado em março de 1992 entre a Companhia do Metropolitano de São Paulo e a Mafersa (que depois seria comprada pela Alstom) em que foram feitos vários adititivos. O contrato, de número 0080031000, previa o fornecimento de 16 trens para a linha leste/oeste e de seis para a extensão Itaquera/ Guaianazes. Ao todo, são 11 adicionais incorporados ao referido contrato. Os dez primeiros foram julgados regulares pelo TCE-SP, mas o 11º levantou suspeitas. Assinado em 7 de maio do ano passado e publicado um mês depois no Diário Oficial Empresarial, o aditivo 11 prevê a aquisição de 27 trens, no valor de R$ 70.072.666,61. O fato de não ter ocorrido nova licitação para a compra dos trens provocou a investigação do TCE. Mas essa não é a única irregularidade. Um documento sigiloso a que ISTOÉ teve acesso mostra que o Metrô de São Paulo pagou por esse aditivo, entre agosto e setembro, a quantia de R$ 90.130.850,00 – cerca de R$ 20 milhões a mais do que o previsto.

“No mínimo tem alguma coisa. Quero saber onde está esse erro”, diz o deputado estadual José Zico, do PT, membro da Comissão de Transportes da Assembléia paulista. “Um contrato que foi feito em 1992 é utilizado agora, sem nenhuma licitação?”, pergunta o deputado. O relator Eduardo Bittencourt Carvalho, hoje presidente do TCE-SP, responsável pelo levantamento das irregularidades do aditamento, diz em seu parecer de setembro de 2007: “Ainda não está claramente elucidada a razão de interesse público que levou a Companhia a optar por este vultoso aditamento a um contrato celebrado há mais de 15 anos.” Segundo Marcos Renato Böttcher, chefe de gabinete da presidência do TCE de São Paulo, outro processo muito semelhante a esse já foi julgado irregular. “Estamos agora aguardando a manifestação da assessoria técnica do tribunal”, diz Böttcher.

R$ 1,375 bilhão é o valor dos contratos julgados irregulares pelo Tribunal de Contas do Estado

Desde novembro do ano passado sob averiguação judicial na França e na Suíça, a empresa é acusada de pagar propina para fechar contratos em países da América do Sul e da Ásia entre 1995 e 2003. No Brasil, promotores suíços e franceses examinam se o grupo teria pago US$ 6,8 milhões para obter um contrato de US$ 45 milhões para a extensão do metrô de São Paulo.


Escrito por Jussara Seixas às 10h41
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Escrito por Jussara Seixas às 08h34
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CASO ALSTOM E OS TUCANOS
PT quer ouvir tucanos sobre o caso Alstom
Bancada na Assembléia tentará levar ex-secretários à CPI da Eletropaulo
Deputados do PT na Assembléia de São Paulo preparam requerimento de convocação de um secretário do governo José Serra (PSDB) e de dois ex-secretários de Estado nos governos dos tucanos Mário Covas e Geraldo Alckmin, além de executivos e ex-dirigentes do Metrô, para prestarem depoimento no caso Alstom. O requerimento, iniciativa do líder do PT na Casa, Roberto Felício, será submetido à CPI da Eletropaulo.
Entre os que deverão ser chamados estão David Zylberstajn, secretário de Energia na gestão Covas, Andrea Matarazzo, atual secretário municipal de Coordenação de Subprefeituras da Capital e secretário estadual de Energia de fevereiro a agosto de 1998, e Mauro Arce, secretário de Transportes de Serra e também ex-secretário de Energia.
A estratégia dos oposionistas foi acertada na sexta. Diante de improvável CPI para investigar suposto esquema de propinas da multinacional francesa, o PT recorreu à CPI que apura privatização da Eletropaulo, em 1998.”O Estado de São Paulo
Só para assinantes
Matéria Completa, ::Aqui::
http://nogueirajr.blogspot.com/

Escrito por Jussara Seixas às 08h33
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CASO ALSTOM E OS TUCANOS
TUCANO NÃO COMENTA ATUAÇÃO DE EX-SECRETÁRIOS

O ex-governador Geraldo Alckmin voltou a defender ontem as investigações relativas ao caso Alstom. "Se for apurada alguma coisa, defendo punição exemplar. É bom que se investigue, até para que se esclareça de uma vez por todas", disse.No entorno do tucano, pré-candidato a prefeito de SP, há suspeitas de que o caso esteja sendo "alimentado" por adversários políticos. Alckmin, no entanto, não quis comentar as suspeitas sobre seus ex-secretários.


Escrito por Jussara Seixas às 08h33
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CASO ALSTOM E OS TUCANOS
Contratos suspeitos já não estão com Estado
Após a privatização da Eletropaulo, em 1998, empresas que compraram a estatal ficaram com a posse dos documentosTCE não deve analisar contratos firmados entre a Eletropaulo e a GEC Alstom, como já ocorreu em 1999; processo foi arquivado.
Apesar da declarada disposição de colaborar com as investigações, o governo do Estado de São Paulo não teria como analisar os contratos firmados entre a Eletropaulo e a multinacional francesa Alstom. Assinados em 1997, os contratos não estão mais sob o poder do Estado, pois a empresa foi privatizada ainda em 1998.Segundo documentos enviados ao governo brasileiro pelo Ministério Público da Suíça, um contrato assinado em 1997/1998 entre a Eletropaulo -que na época ainda era uma estatal paulista- e a Alstom é objeto de investigação.No mês passado, quando veio à tona a informação de que a Alstom era investigada na Suíça por suposto esquema de propina, o governo de São Paulo determinou abertura de sindicância no Metrô, que mantém contratos com a empresa.Mas ele não poderá fazer o mesmo sobre a Eletropaulo. Em abril de 1998, ainda durante o governo de Mário Covas (PSDB), a Eletropaulo foi comprada pela Lightgás, uma subsidiária do grupo Light.Todos os contratos ficaram, então, sob a responsabilidade da Eletropaulo Metropolitana, sob o controle das americanas AES Corporation, Houston Industries Energy, Inc. (a atual Reliant Energy), da francesa Electricité de France (EDF) e da brasileira Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).Em 2001, com a venda das ações da Reliant e da CSN para a AES Corporation, a Eletropaulo Metropolitana passou a ser controlada só pela AES.A privatização abriu uma outra lacuna. Em fevereiro de 1998, o plenário do Tribunal de Contas do Estado decidiu que todos os processos sobre contratos da Eletropaulo seriam arquivados sem apreciação.Foi o que aconteceu, por exemplo, com o contrato entre a Eletropaulo e a GEC Alstom para fornecimento de transformadores de potencial e de corrente. Firmado em 1997, foi arquivado em junho de 1999.Segundo reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo", os documentos apontam o uso de seis empresas "offshore" para repasse, entre 1998 e 2001 -período em que o Estado foi governado por Covas e Geraldo Alckmin-, de até R$ 13,5 milhões em propinas para políticos e autoridades de São Paulo, em valores de hoje.As "comissões" teriam sido pagas pela Alstom em troca da assinatura de contratos. Segundo a reportagem, os pagamentos foram feitos por intermédio de trabalhos de consultoria não realizados. As "comissões" foram formalizadas de abril a outubro de 1998, período em que Alstom e Eletropaulo tratavam da expansão do metrô de SP.


Escrito por Jussara Seixas às 08h33
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No período de negociação e da assinatura dos contratos de consultoria estiveram à frente da Secretaria de Energia de São Paulo - que comandava a Eletropaulo - o então genro do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, David Zylbersztajn (deixou o cargo em janeiro de 1998, ao assumir a direção geral da Agência Nacional de Petróleo), o atual secretário de Coordenação das Subprefeituras da cidade de São Paulo, Andrea Matarazzo, que ocupou a secretaria por alguns meses, e o atual secretário estadual dos Transportes, Mauro Arce.Um ex-funcionário do setor de finanças da Alstom brasileira disse ao Estado, com a condição de que sua identidade não fosse revelada, que alguns fornecedores emitiam notas fiscais com valores alterados e/ou produtos e serviços nunca entregues ou executados. Segundo o funcionário, o valor da propina entrava no custo total do projeto, deixando a verba diluída com o custo de fornecimento de materiais, produtos e serviços.De todas as offshores identificadas, a que mais depósitos teria recebido é a MCA Uruguay Ltda, com sede nas Ilhas Virgens Britânicas e contas em um banco na Suíça e outro em Luxemburgo: 21,8 milhões de francos franceses, ou R$ 8,7 milhões. A MCA era administrada pelo brasileiro Romeu Pinto Junior. A empresa também aparece em operações relacionadas ao caso Banestado, investigação que identificou milhares de remessas ilegais de brasileiros para o exterior por intermédio de doleiros.A documentação apreendida pelas autoridades suíças aponta que também integrariam o esquema a Taltos Ltda, sediada nas Ilhas Virgens Britânicas e administrada José Geraldo Villas Boas, que entre 1975 e 1977 presidiu a Associação dos Engenheiros das Companhias Energéticas no Estado de São Paulo (Aecesp). Por intermédio da Taltos, teriam sido depositados pela Alstom no exterior 7,6 milhões de francos franceses, equivalentes a R$ 3 milhões atualmente.Também foram identificadas as offshores Splendore y Associados, com escritório fantasma que teria sede em São Paulo, mas não consta na Junta Comercial, e a Andros Management, sediada nas Bahamas. As duas eram administradas por franco-brasileiros. A Splendore seria do banqueiro aposentado Jean Marie Lannelongue. O esquema envolvia ainda outras duas offshores - Janus Holding e a Compania de Asesores de Energia S.A.Há registro de um caso em que as comissões teriam sido pagas no Brasil, diretamente à empresa de consultoria. Trata-se da construtora Acqua Lux Engenharia e Empreendimentos Ltda, localizada na pequena cidade de Monteiro Lobato, de 3,7 mil habitantes, na região de São José dos Campos.

PROPINAS AOS TUCANOS
Seis empresas offshore, duas das quais controladas por brasileiros, teriam sido utilizadas pela multinacional francesa Alstom para repassar propinas a autoridades e políticos TUCANOS entre 1998 e 2001. Os pagamentos seriam feitos com base em trabalhos de consultoria de fachada.34 MILHÕES
Documentos enviados ao Brasil pelo Ministério Público da Suíça, que chegaram ontem ao Ministério da Justiça, revelam que, nesse período, o dinheiro com origem e contabilidade suspeitas soma pelo menos 34 milhões de francos franceses. O valor atualizado das "comissões" supostamente pagas pela Alstom em troca da assinatura de contratos em São Paulo chegaria a aproximadamente R$ 13,5 milhões. Offshores são empresas constituídas em paraísos fiscais, onde gozam de privilégios tributários e proteção por regras de sigilo que dificultam as investigações.

GRATIFICAÇÕES ILÍCITAS AO GOVERNO COVAS
Os investigadores suíços tratam esses recursos como "gratificações ilícitas" por estarem atrelados a contratos de consultoria que, pelo cruzamento de informações, foram avaliados como trabalhos fictícios. As "comissões", segundo os documentos suíços, foram formalizadas por intermédio dos contratos de consultoria de abril a outubro de 1998 - governo Mário Covas -, quando a Alstom T&D (Transmission and Distribution) e a Eletropaulo discutiam um contrato aditivo à obra de reforma e expansão do Metrô de São Paulo. Parte dos repasses era realizada pela empresa Cegelec, também pertencente ao grupo Alstom.



Escrito por Jussara Seixas às 08h28
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Offshore MCA concentrou 50% das propinas para tucanos, diz Suíça
Relatório indica que Alstom pagou comissão de 15% para obter contrato com Eletropaulo
Um único contrato de consultoria teria sido usado para dar cobertura a mais da metade das propinas supostamente pagas, entre outubro de 1998 e abril de 2001, a pessoas ligadas ao governo de São Paulo, então sob o comando do PSDB. Segundo as investigações do Ministério Público da Suíça, o contrato foi fechado entre a Alstom e a offshore MCA Uruguay Ltda. Outras offshores, empresas com sede em paraísos fiscais, fecharam contratos da mesma natureza.Com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, a MCA era administrada pelo brasileiro Romeu Pinto Júnior, que não quis falar ao Estado sobre o assunto.Os supostos serviços de consultoria foram formalizados em contratos para dar cobertura à promessa de comissões. O valor foi prometido em troca da assinatura de um contrato entre Alstom e Eletropaulo: o Gisel II, orçado, segundo os investigadores suíços, em 251,7 milhões de francos franceses (o equivalente a R$ 98,1 milhões, em valores de hoje).O contrato previa que a MCA receberia o equivalente a 7,5% do valor do Gisel II. A quantia (18,9 milhões de francos franceses ou R$ 7,3 milhões) foi depositada diretamente pelo grupo Alstom em contas bancárias da MCA na Suíça e em Luxemburgo. O mesmo porcentual (7,5%) é descrito em uma anotação interna apreendida pelas autoridades suíças como o objeto de um "acordo" destinado a remunerar "o poder político" da época, que estaria sendo supostamente negociado "via um ex-secretário do governador", identificado pelas iniciais "RM". A MCA recebeu outros 2,8 milhões de francos franceses (R$ 1,1milhão) de forma indireta, repassados por intermédio de outras empresas offshore. As propinas inicialmente prometidas a servidores e pessoas ligadas ao governo paulista, pagas por meio da MCA e outras offshores, segundo as investigações do Ministério Público da Suíça, chegariam a quase 15% (37,7 milhões de francos franceses, R$ 14,7 milhões atualizados) do valor total do contrato entre a Alstom e a Eletropaulo. muitas empresas para o Brasil.Há documentos apontando o efetivo pagamento de 34 milhões de francos franceses, equivalentes a R$ 13,5 milhões, depositados na conta de quatro offshore.Ainda de acordo com os investigadores suíços, as propinas, embutidas em contratos de suborno disfarçados de consultoria teriam sido prometidas a pessoas que, nos documentos internos da matriz da empresa Alstom, em Paris, aparecem sob vários
pseudônimos.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080531/not_imp181642,0.php



Escrito por Jussara Seixas às 08h26
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PT quer usar CPI em SP para apurar relação Alstom-PSDB
Partido aproveita investigação sobre Eletropaulo para apurar pagamento de propinaSecretário de Energia de Covas, David Zylberstajn, foi convocado pela CPI, que pode chamar ainda Andrea Matarazzo e Mauro Arce

O governador José Serra inaugura estação de tratamento de esgoto no município de Mococa DA REPORTAGEM LOCAL
A bancada do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo decidiu se valer de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) já instalada -a CPI da Eletropaulo- para investigar o possível envolvimento de tucanos em um esquema de pagamento de propinas pela multinacional francesa Alstom.Como documentos enviados ao governo brasileiro pelo Ministério Público da Suíça indicam que um contrato realizado pela Eletropaulo, entre 1997 e 1998, está sob investigação, o PT vai aproveitar a existência dessa CPI para apurar possíveis irregularidades no processo de privatização da empresa. A Eletropaulo foi privatizada em 1998, na gestão de Mario Covas.Presidida pelo petista Antônio Mentor, a CPI da Eletropaulo foi instalada no ano passado e tem funcionamento previsto até 30 de junho. Embora o PT seja minoria na comissão, o líder do partido na Assembléia, Roberto Felício, afirma que a convocação de David Zylberstajn, secretário de Energia do governo Covas, já foi aprovada."Vamos apresentar ainda o requerimento de convocação de Andrea Matarazzo e do Mauro Arce", avisou Felício.Atual secretário municipal de Coordenação de Subprefeituras, Matarazzo ocupou a Secretaria de Energia de fevereiro a agosto de 1998, em meio ao processo de privatização da Eletropaulo. Foi sucedido por Arce, hoje secretário de Transportes de José Serra (PSDB).Segundo os documentos enviados ao Brasil, empresas "offshore" teriam sido utilizadas para repassar, entre 1998 e 2001, até R$ 13,5 milhões em propinas para políticos e autoridades de SP, em valores atualizados. No período, o Estado foi governado pelos tucanos Mario Covas e Geraldo Alckmin. Segundo reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo" publicada ontem, as comissões teriam sido pagas pela Alstom em troca da assinatura de contratos em São Paulo. As suspeitas são de que os pagamentos foram feitos por intermédio de serviços de consultoria que nunca existiram.Segundo os documentos, essas "comissões" foram formalizadas por meio de contratos de consultoria de abril a outubro de 1998, período em que a Alstom e a Eletropaulo tratavam da expansão do metrô.A obra seria de instalação de subestações para fornecimento de energia ao metrô. No período, foram secretários de Energia três nomes ligados ao PSDB. David Zylberstajn, que era genro do então presidente Fernando Henrique Cardoso, deixou a pasta em janeiro para assumir a Agência Nacional de Petróleo.Além da convocação, o PT ameaça entrar na Justiça para obter, no TCE (Tribunal de Contas do Estado), acesso a um contrato do Metrô com a Alstom. O partido também enviará ao Ministério Público todos os processos do TCE referentes ao grupo Alstom.Das seis "offshores", duas eram administradas por brasileiros, ainda segundo "O Estado de S. Paulo". A MCA Uruguay Ltda, com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, teria recebido R$ 8,7 milhões. Quem administrava a empresa era Romeu Pinto Junior, segundo a documentação.Outra empresa com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, a Taltos Ltda, teria recebido cerca de R$ 3 milhões, em valores atuais. José Geraldo Villas Boas é apontado como seu administrador. Pinto Junior e Villas Boas não foram localizados.Villas Boas presidiu entre 1975 e 1977 a Aecesp (Associação dos Engenheiros das Companhias Energéticas no Estado de São Paulo). Funcionário de carreira, presidiu a Cesp (Companhia Energética de São Paulo) e foi diretor da Eletropaulo.Outras "offshores" citadas tinham como administradores franco-brasileiros. São elas a Splendorey Associados, que teria uma sede fantasma em São Paulo, e a Andros Management, com sede nas Bahamas.Segundo os papéis, a Splendorey seria do banqueiro aposentado Jean Marie Lannelongue. Outras duas "offshores" são a Janus holding e a Compania de Asesores de Energia S.A.


Escrito por Jussara Seixas às 08h26
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Serra descarta investigação; e Alckmin se cala
FOLHA RIBEIRÃO, EM MOCOCA DA REPORTAGEM LOCAL
O governador José Serra (PSDB) descartou ontem abrir uma investigação sobre supostas irregularidades envolvendo os contratos da multinacional francesa Alstom com o governo paulista. "Não há o que investigar. O Ministério Público Estadual e o Ministério Público Federal já investigam o caso. Já há também uma apuração própria do Metrô", afirmou o tucano durante inauguração de uma estação de tratamento de esgoto em Mococa (SP).Serra disse não ter conhecimento dos documentos suíços. "Soube pelo jornal", afirmou, em referência à reportagem de "O Estado de S. Paulo". Ele disse ainda que o governo vai ajudar nas investigações, se for solicitado. "Estamos à disposição das autoridades para os esclarecimentos que forem necessários", afirmou ele.Questionado sobre o fato de o atual secretário de Estado dos Transportes, Mauro Arce, ter sido secretário de Energia durante a época em que os repasses foram feitos às offshores, Serra respondeu: "Não há o que declarar. O nome dele [Mauro Arce] sequer foi citado".O secretário Mauro Arce, que acompanhou o governador na viagem ao interior, disse que não conversou com o ele sobre o assunto. "A matéria foi vaga, eu nem fui citado. Não há o que declarar."O ex-governador e pré-candidato a prefeito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), não quis comentar ontem as investigações relativas ao caso Alstom. Ele não participou de compromissos abertos de campanha.Segundo sua assessoria, o tucano apóia as investigações relativas ao caso e afirma desconhecer as supostas irregularidades apontadas até agora pelas autoridades. Ele também estaria esperando o surgimento de nomes para se pronunciar novamente a respeito do caso.No início deste mês, em entrevista à Folha, Alckmin afirmou: "Toda a responsabilidade do governo Mario Covas é minha também. Isso é uma continuidade, é governo do PSDB. Se é do PSDB, não tem distinção. Eu nunca tinha ouvido falar nisso. Entendo que, se houver um fato concreto, ele deve ser apurado rigorosamente, rigorosamente, somos os mais interessados nisso".

Eles são muito dissimulados



Escrito por Jussara Seixas às 08h25
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Os Amigos do Presidente Lula:
Para Suíça, Alstom pagou propina a tucanos usando offshores
Identificado esquema que pagou propinas da Alstom. Pagamentos feitos com base em consultorias de fachada; valor das comissões chega a R$ 13,5 miSeis empresas offshore, duas das quais controladas por brasileiros, teriam sido utilizadas pela multinacional francesa Alstom para supostamente repassar propinas a autoridades e políticos paulistas entre 1998 e 2001. Os pagamentos seriam feitos com base em trabalhos de consultoria de fachada. Documentos enviados ao Brasil pelo Ministério Público da Suíça, que chegaram ontem ao Ministério da Justiça, revelam que, nesse período, o dinheiro com origem e contabilidade suspeitas soma pelo menos 34 milhões de francos franceses. O valor atualizado das "comissões" supostamente pagas pela Alstom em troca da assinatura de contratos em São Paulo chegaria a aproximadamente R$ 13,5 milhões. Offshores são empresas constituídas em paraísos fiscais, onde gozam de privilégios tributários e proteção por regras de sigilo que dificultam as investigações.

Os investigadores suíços tratam esses recursos como "gratificações ilícitas" por estarem atrelados a contratos de consultoria que, pelo cruzamento de informações, foram avaliados como trabalhos fictícios. As "comissões", segundo os documentos suíços, foram formalizadas por intermédio dos contratos de consultoria de abril a outubro de 1998 - governo Mário Covas -, quando a Alstom T&D (Transmission and Distribution) e a Eletropaulo discutiam um contrato aditivo à obra de reforma e expansão do Metrô de São Paulo. Parte dos repasses era realizada pela empresa Cegelec, também pertencente ao grupo Alstom. No período de negociação e da assinatura dos contratos de consultoria estiveram à frente da Secretaria de Energia de São Paulo - que comandava a Eletropaulo - o então genro do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, David Zylbersztajn (deixou o cargo em janeiro de 1998, ao assumir a direção geral da Agência Nacional de Petróleo), o atual secretário de Coordenação das Subprefeituras da cidade de São Paulo, Andrea Matarazzo, que ocupou a secretaria por alguns meses, e o atual secretário estadual dos Transportes, Mauro Arce. Os nomes deles não aparecem na documentação da investigação.
Um ex-funcionário do setor de finanças da Alstom brasileira disse ao Estado, com a condição de que sua identidade não fosse revelada, que alguns fornecedores emitiam notas fiscais com valores alterados e/ou produtos e serviços nunca entregues ou executados. Segundo o funcionário, o valor da propina entrava no custo total do projeto, deixando a verba diluída com o custo de fornecimento de materiais, produtos e serviços. De todas as offshores identificadas, a que mais depósitos teria recebido é a MCA Uruguay Ltda, com sede nas Ilhas Virgens Britânicas e contas em um banco na Suíça e outro em Luxemburgo: 21,8 milhões de francos franceses, ou R$ 8,7 milhões. A MCA era administrada pelo brasileiro Romeu Pinto Junior. A empresa também aparece em operações relacionadas ao caso Banestado, investigação que identificou milhares de remessas ilegais de brasileiros para o exterior por intermédio de doleiros. A documentação apreendida pelas autoridades suíças aponta que também integrariam o esquema a Taltos Ltda, sediada nas Ilhas Virgens Britânicas e administrada José Geraldo Villas Boas, que entre 1975 e 1977 presidiu a Associação dos Engenheiros das Companhias Energéticas no Estado de São Paulo (Aecesp). Por intermédio da Taltos, teriam sido depositados pela Alstom no exterior 7,6 milhões de francos franceses, equivalentes a R$ 3 milhões atualmente.

Também foram identificadas as offshores Splendore y Associados, com escritório fantasma que teria sede em São Paulo, mas não consta na Junta Comercial, e a Andros Management, sediada nas Bahamas. As duas eram administradas por franco-brasileiros. A Splendore seria do banqueiro aposentado Jean Marie Lannelongue. O esquema envolvia ainda outras duas offshores - Janus Holding e a Compania de Asesores de Energia S.A. Há registro de um caso em que as comissões teriam sido pagas no Brasil, diretamente à empresa de consultoria. Trata-se da construtora Acqua Lux Engenharia e Empreendimentos Ltda, localizada na pequena cidade de Monteiro Lobato, de 3,7 mil habitantes, na região de São José dos Campos. Com informações do Estadão)Em tempo: No jornal Folha de S. Paulo, não há uma única palavra sobre esse assunto

Escrito por Jussara Seixas às 08h25
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Este blog já está contando com a participação de vários companheiros. Daniel, Helena, Adauto, Clóvis, Glória, Marcelo Fernandes, Saraiva, Oni. São companheiros que estão enviando por e-mail as matérias sobre o caso Alstom e tucanos. Agradeço a colaboração de todos, e quem quiser colaborar esteja a vontade. Vamos fazer um dossiê Alstom, os tucanos parece que são chegados em dossiê, quando não existe eles inventam. Este não é inventado, são matérias sobre os documentos enviados pela justiça Suíça. Em breve este blog estará com novo layout, graças ao meu amigo Daniel.
Jussara Seixas



Escrito por Jussara Seixas às 08h24
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Depoimentos reforçam elo entre caso Alstom e Brasil

Agência Estado
A Justiça da Suíça tomou novos depoimentos que reforçaram evidências de um elo entre as suspeitas de corrupção da Alstom e eventuais esquemas de pagamentos de propinas no Brasil. Nos últimos dias, o Ministério Público em Berna ouviu uma série de pessoas que confirmaram a existência do esquema e decidiu pedir oficialmente colaboração da Justiça brasileira para investigar o caso e ampliar a devassa nos contratos da empresa francesa.

Os suíços investigam supostos pagamentos de propinas da Alstom a funcionários públicos de uma série de países, entre eles o Brasil. Ele vão apelar ao Ministério Público Estadual de São Paulo para que os contratos do Metrô paulista com a Alstom sejam enviados a Berna. O objetivo é buscar evidências de pagamentos de propinas. Phillip Kasse, diretor de comunicações da Alstom, se recusou a comentar o assunto. “Não vamos nos pronunciar”, afirmou.

A Justiça suíça também confirmou ontem que vai enviar ao Brasil o dossiê da Alstom, com informações apuradas até agora sobre o envolvimento da empresa em corrupção. Em Berna, os contratos do Metrô de São Paulo são considerados como peças fundamentais para que os supostos esquema de pagamentos de propina da Alstom sejam revelados. Uma das suspeitas é que a empresa tenha pago mais de US$ 6 milhões como comissão para obter o contrato.

O promotor Sílvio Antonio Marques aguarda a chegada da documentação sobre a investigação na Europa. Ele está fazendo cruzamento dos dados dos contratos já recebidos assinados entre o Metrô e a Alstom. Aguarda ainda cópia dos contratos com outras empresas ligadas ao governo estadual, como Sabesp, CPTM, Eletropaulo, CTEEP e outras que contrataram a multinacional, que atua em transporte e energia. O Ministério Público Federal também abriu investigação para apurar existência de crimes de sonegação fiscal, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.



Escrito por Jussara Seixas às 08h24
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