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Caso Alstom e os tucanos
 


Conselheiro do TCE investigado é dono de ilha e de prédio
Robson Marinho diz que comprou ilha na baía de Paraty em 1993 por R$ 100 mil, antes de assumir cargo no governo CovasO prédio de oito andares, com 16 salas de escritório, vale cerca de R$ 2 milhões no mercado; Marinho diz ter aplicado metade desse valor

Ilhas são associadas no imaginário popular a milionários. O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo Robson Marinho, que não se considera milionário, tem uma ilha na baía de Paraty, litoral sul do Rio. Tem também um prédio comercial de oito andares numa das regiões nobres de São José dos Campos (SP).A ilha de Araçatiba tem cerca de 70 mil metros quadrados e construções modestas para uma região que abriga imóveis da Xuxa e da família Marinho, da Rede Globo: são duas casas pré-fabricadas, de acordo com o próprio conselheiro.Marinho chega à ilha em uma lancha sua, de 21 pés, com motor de popa, avaliada em R$ 25 mil, segundo ele. Lá, tem também uma traineira, avaliada por ele próprio em R$ 20 mil.O conselheiro é investigado pelo Ministério Público sob a suspeita de ter recebido propinas da Alstom para facilitar os negócios da empresa com o governo paulista.As iniciais RM aparecem em documentos enviados ao Brasil pelo Ministério Público Suíço. Num trecho de um documento, RM é apontado como "ex secretaire du governeur" (ex-secretário do governador). Há ainda uma anotação de que o dinheiro seria usado para fazer pagamentos a "le tribunal de comptes" (tribunal de contas).Marinho foi coordenador da campanha que levou Mário Covas (1930-2001) ao governo de São Paulo (1995-2001). Foi chefe da Casa Civil entre 1995 e 1997, quando Covas o nomeou conselheiro do TCE.Marinho gargalha quando associam a ilha às suspeitas em torno da propina paga pela Alstom. "Comprei essa ilha em 1993, antes de assumir qualquer cargo no governo", conta. "Eu tinha uma casa e um terreno em Caraguatatuba, e a corretora que vendeu me trouxe um filme da ilha".Diz ter pago por volta de R$ 100 mil, o mesmo preço de um apartamento de três dormitórios em Caraguatatuba na época, numa comparação feita por ele. Hoje, ele avalia a ilha entre R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão -as casas consumiram R$ 300 mil, segundo o conselheiro: "A ilha deu uma bela valorizada. Foi um excelente negócio".Dois corretores consultados pela Folha, sob a condição de que seus nomes não fossem citados, dizem que uma ilha como a de Marinho vale hoje de R$ 2 milhões a R$ 2,5 milhões.O prédio de oito andares, com 16 salas de escritório, vale cerca de R$ 2 milhões, segundo corretores. O conselheiro diz ter investido a metade desse valor. O dinheiro veio da venda de uma casa por R$ 750 mil, e R$ 300 mil foram financiados.Marinho diz ter renda suficiente para justificar essas compras -ganha R$ 21 mil mensais líquidos do tribunal e diz trabalhar desde os 13 anos. Conta que trabalhava com turismo na Breda.Afirma que foi envolvido numa trama que tem um quê de absurdo: "Estou sendo incriminado por um bilhete anônimo que diz que RM arrecadou R$ 7 milhões para distribuir para políticos que garantiriam contratos para a Alstom. Essas iniciais são as minhas, mas não assumo que seja eu no documento. Quem acusa tem de provar".Ele diz que essa suspeita só pode partir de alguém que não conheceu o estilo Covas: "Ele não deixava eu conversar com empresários. Só falava com prefeito, com deputado".O conselheiro repudia a idéia de que beneficiou a Alstom ao defender um contrato do Metrô de três anos que durou dez a mais: "Durou tudo isso porque a tecnologia mudou". O tribunal reprovou o contrato.


Escrito por Jussara Seixas às 07h33
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Propina de US$ 1 mi paga pela Alstom passou por doleiros
Rota do dinheiro que teria ido para políticos brasileiros está registrada em documento do Ministério Público suíçoNomes dos doleiros do Brasil que receberam esses valores nos EUA estão sob sigilo, já que um deles negocia delação premiada em SP
A filial suíça da Alstom usou empresas sediadas em paraísos fiscais e contas de doleiros brasileiros para movimentar US$ 1 milhão que foi usado para pagar propinas a políticos brasileiros, segundo investigação em curso na Suíça e na França.A rota do dinheiro, de Zurique, na Suíça, a Nova York, nos EUA, está registrada em um documento do Ministério Público suíço obtido pela Folha.Das contas dos doleiros brasileiros em Nova York o dinheiro pode ter tido dois destinos: ou foi creditado para alguém no Brasil, por meio de dólar-cabo, ou foi transferido para contas de brasileiros no exterior.Dólar-cabo é o sistema pelo qual um doleiro recebe dinheiro numa conta no exterior e disponibiliza o mesmo valor no Brasil, em troca de uma comissão, sem que haja movimentação física de valores.O documento lista quatro depósitos que a Alstom ordenou entre dezembro de 1998 e fevereiro de 2002. Dois desses depósitos saíram do Union Bancaire Privée, de Zurique, e outros dois, do Bank Audi.Todos foram parar em conta da "offshore" MCA Uruguay Ltd., nas Ilhas Virgens Britânicas, paraíso fiscal localizado no Caribe. A MCA é controlada pelo brasileiro Romeu Pinto Jr., apontado pelos investigadores brasileiros como um operador ligado aos tucanos.Os valores dos depósitos ordenados pela Alstom são: US$ 207.659,57 (outubro de 1998), US$ 298.856,45 (dezembro de 1998), US$ 245 mil (dezembro de 2001) e US$ 255 mil (fevereiro de 2002).O valor total (US$ 1.006.516) corresponde a R$ 1,8 milhão, quando se corrige as transferências seguindo as datas em que elas foram feitas.Os nomes dos doleiros brasileiros que receberam esses valores em Nova York estão sendo mantidos sob sigilo.A razão do sigilo, segundo a Folha apurou, é que um dos doleiros está negociando uma delação premiada em São Paulo. Ele tenta obter uma redução de pena em troca de informações sobre quem foram os beneficiários das transferências feitas pela MCA para as contas de Nova York.A colaboração dos doleiros é fundamental para se descobrir quem foi o beneficiário das transferências de US$ 1 milhão. É que doleiros não emitem qualquer documento sobre os valores que pagam.O dinheiro que a MCA recebeu de bancos suíços não é o total de propina que a Alstom teria pagado a políticos brasileiros, de acordo com documentos que o Ministério Público da Suíça remeteu na última semana para o Brasil.Segundo o resumo dos promotores, revelado pelo jornal "O Estado de S. Paulo", a Alstom pagou 34 milhões de francos franceses, correspondentes hoje a R$ 13,5 milhões. O documento suíço diz que as propinas foram pagas entre 1998 e 2001 e cita a Eletropaulo.O jornal "Wall Street Journal", que revelou o caso, diz que a Alstom pagou US$ 6,8 milhões para obter um negócio de US$ 45 milhões do Metrô.A Alstom não quis se pronunciar sobre os doleiros. A Folha não conseguiu falar com Pinto Jr. em seu escritório.


Escrito por Jussara Seixas às 03h52
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Escrito por Jussara Seixas às 18h29
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Câmara convida presidente da Alstom para depor em comissão
Requerimento aprovado por deputados também inclui procuradores e chefe da PF
As suspeitas de irregularidades em contratos firmados entre o Metrô e a Alstom chegaram ao Congresso Nacional. Ontem, integrantes da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara aprovaram, por 10 votos a 7, requerimento que pede audiência pública para debater o caso.De autoria de Fernando Praciano (PT-AM) e Ivan Valente (PSOL-SP), o requerimento convida para depor, no dia 17, o presidente da Alstom no Brasil, Aloísio Vasconcelos, os procuradores do Ministério Público de São Paulo Silvio Marques e do Ministério Público Federal Rodrigo de Grandis, além do diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Côrrea.Luiz Paulo Lucas (PSDB-ES), que votou contra, disse estranhar a forte mobilização do PT para a aprovação da audiência pública no Congresso. "Não faço julgamentos, mas acredito que uma audiência para discutir o tema seja completamente fora de propósito. Não sei se tem má-fé, mas o fato é que o PT de São Paulo estava muito interessado nisso."O presidente da comissão, favorável à investigação na Câmara, Jilmar Tatto (PT-SP), negou que os deputados da base aliada tenham aprovado o requerimento apenas para desgastar a oposição em São Paulo. "Estranho seria se o Congresso não tomasse nenhuma medida", afirmou Tatto.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0506200817.htm



Escrito por Jussara Seixas às 03h12
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Ministério Público de SP vai investigar compras de trens
Metrô e CPTM gastaram juntas R$ 723,5 milhões em duas compras de trens da empresa Alstom realizadas sem licitaçãoMetrô utilizou contrato de 1992 para comprar 16 trens em 2005, e CPTM recorreu a contrato de 1995; empresas negam irregularidades

O Ministério Público do Estado vai investigar duas compras de trens da Alstom feitas sem uma nova concorrência pelo Metrô de São Paulo e pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos). As duas compras somam R$ 723,5 milhões -os trens do Metrô custaram R$ 500 milhões, e os da CPTM, R$ 223,5 milhões.No caso do Metrô, o Tribunal de Contas do Estado apontou que a ausência de uma nova concorrência provocou prejuízo de R$ 70 milhões: se fosse feita uma nova licitação, o Metrô teria isenção de impostos.Os casos da empresas controladas pelo governo estadual foram revelados pela Folha. O promotor Silvio Marques diz que abrirá um inquérito específico sobre as compras de trens sem licitação. O Ministério Público do Estado e o Ministério Público Federal apuram em outro inquérito o eventual pagamento de propina da Alstom para políticos tucanos.O Metrô usou um contrato de 1992 para fazer a compra de 16 trens em 2005, na gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB). O contrato original previa a compra de 22 trens, mas só a metade havia sido entregue. O Metrô ressuscitou um contrato que tinha 13 anos para comprar os 11 trens que faltavam e acrescentou outros cinco veículos. Os 16 trens custaram cerca de R$ 500 milhões.No caso da CPTM, o contrato original era de 1995 e havia sido cumprido integralmente: os 12 trens da Alstom, comprados por R$ 223,5 milhões, já tinham sido entregues. O TCE considerou a compra irregular. A segunda compra não tinha nenhuma relação com a anterior: em 1995, os trens eram para uma linha da zona leste; na compra feita em 2000, os 12 trens eram para a zona sul.No julgamento do TCE, a compra de 2005 com um contrato de 1995 "traduziu-se, singelamente, em dissimulada contratação direta, e não pode ser aprovada". Cláudio Alvarenga, conselheiro responsável pelo caso, multou os que assinaram o contrato em R$ 14.880 porque eles não cumpriram "o dever de licitar prescrito pelo artigo 37 da Constituição".O contrato de R$ 500 milhões do Metrô com a Alstom deve ser considerado irregular pelo TCE, segundo a Folha apurou. O promotor Silvio Marques e o procurador Rodrigo de Grandis vão pedir que a Polícia Federal investigue o vazamento de papéis enviados pela Suíça sobre a Alstom, pois ele alertou os citados e inviabilizou as operações de busca.A investigação começou na Suíça e na França, onde promotores têm indícios de que a Alstom pagou US$ 6,8 milhões de comissão para obter um contrato de US$ 45 milhões do Metrô. Na sexta, o "Estado de S. Paulo" revelou que a Alstom teria pago R$ 13,5 milhões para obter negócios da Eletropaulo.Outro ladoA CPTM e o Metrô não consideram que cometeram irregularidades ao restaurar contratos que tinham mais de dez anos para fazer compras sem uma nova concorrência. Segundo a CPTM, a lei que regulamenta as licitações não estabelece prazos para a duração de um contrato. Ainda segundo a CPTM, não há impedimento legal para a compra de trens para uma linha e posterior redirecionamento para outra.Para o Metrô, caso o contrato com a Alstom fosse rescindido, haveria o pagamento de multas porque havia trens para serem entregues. O nível de endividamento do Estado, segundo o Metrô, também era um obstáculo à realização de uma nova licitação.



Escrito por Jussara Seixas às 06h45
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Amigos e leitores

O Google liberou o blog http://tucanoalstom.blogspot.com/. Volto a postar lá também. Pelo sim e pelo não vou ficar com os dois blogs. O importante é informar a todos a corrupção do governo FHC, Alckmin, Serra, a imensa corrupção dos demostucanos.

Agardeço a colaboração, e a solidariedade de todos.

Jussara Seixas



Escrito por Jussara Seixas às 05h35
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CASO ASLTOM E OS TUCANOS
CARTAS MARCADAS
por Leandro Fortes
Um empresário acusa a ECT de superfaturamento de R$ 48 milhões em licitação promovida no governo FHC
Há cinco anos, repousa em uma gaveta do empresário catarinense Edson Maurício Brockveld um envelope lacrado de papel pardo. Em uma das faces do invólucro estão registradas cinco assinaturas de membros da Comissão Especial de Licitação dos Correios. Dentro, segundo ele, está a prova de que a corrupção na ECT começou – ou tinha prosseguimento – ainda no governo Fernando Henrique Cardoso. Dono da Brockveld Equipamentos e Indústria Ltda., o empresário espera a hora de abrir publicamente o envelope. Quer provar ter sido preterido em uma concorrência, em 2000, em favor de duas empresas estrangeiras, a alemã Siemens e a francesa Alstom, ambas com propostas supostamente superfaturadas. Brockveld alega ter calculado em R$ 48 milhões o contrato de compra de equipamentos de movimentação e triagem de carga interna oferecido à ECT. A dupla vencedora cobrou quase o dobro. De quebra, diz o empresário, as escolhidas passaram a gerenciar outros três contratos no valor de US$ 100 milhões (R$ 280 milhões).Em 22 de dezembro de 1999, a ECT abriu a concorrência internacional 016/99 para compra e manipulação de equipamentos de sistemas de movimentação e triagem interna de carga. Interessado no negócio, Edson Brockveld conta que, nos dois anos anteriores à licitação, desenvolveu, junto ao setor de engenharia dos Correios, diversos equipamentos e realizou testes em parceria com as empresas Portec e Buschman, ambas dos Estados Unidos. Segundo ele, a pedido da diretoria da ECT, a Brockveld Equipamentos chegou a trazer engenheiros americanos para fazer as demonstrações e, assim, ganhar a confiança da direção da estatal. O presidente da empresa era Hassan Gebrin, ligado aos grupos políticos do governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz (PMDB), e do então senador, atual deputado, José Roberto Arruda (PFL-DF). A indicação havia sido avalizada pelo então ministro das Comunicações, Pimenta da Veiga. Para garantir uma boa posição no processo licitatório, a Brockveld fez um consórcio com a japonesa NEC, uma das gigantes mundiais do setor de tecnologia de ponta. Pelo acordo, cada empresa seria responsável por um setor. A empresa brasileira cuidaria do maquinário de movimentação postal e a NEC dos equipamentos de comunicação e segurança. Dois dias antes da licitação, no entanto, sem nenhum sinal prévio, conta Edson, o então diretor da NEC no Brasil, Marcos Sakamoto, informou à Brockveld que não poderia participar da licitação. Alegou, segundo o empresário catarinense, atender a um pedido da direção da Siemens, que não queria a participação das duas empresas na licitação. No dia da abertura das propostas, Edson Brockveld diz ter sido diretamente convidado pelas empresas Mannesmann Dematic Rapistan, Siemens e Alstom a não participar da concorrência da ECT, pois estaria tudo certo que as duas últimas seriam as vencedoras da licitação. Brockveld alega ter ignorado a oferta e participado, assim mesmo, do processo. No dia da licitação, o edital previa que fossem abertos os envelopes relativos à habilitação técnica e comercial. Porém, ao ser constatado que a Brockveld Equipamentos iria participar da licitação, e pelo fato de os concorrentes não saberem se a empresa estava ou não com os documentos em ordem, foi feita uma proposta à ECT de emissão de um parecer único da proposta técnica e de habilitação, em desacordo com o estabelecido no edital de licitação.Feito isso, a Brockveld e a Mannesmann acabaram sumariamente inabilitadas tecnicamente. A Mannesmann imediatamente recorreu, mas teve o pedido indeferido. Ambas receberam, lacrados, os envelopes com as propostas de volta. Siemens e Alstom foram as escolhidas. Detalhe: a empresa francesa embolsou US$ 15 milhões e deu o cano na ECT. Está sendo processada pelos Correios, mas foi substituída, em seguida, pela NEC.Logo depois, a direção da Brockveld foi procurada pela empresas vencedoras. Teriam pedido para que ela não entrasse com recurso administrativo. Em troca, os executivos da Siemens e da Alstom dariam parte do projeto para a perdedora. Ou seja, comprariam da empresa brasileira os equipamentos previstos no contrato. Com a Alstom, o acordo foi assinado na noite do dia 23 de fevereiro de 2000. A empresa foi representada, segundo Edson Brockveld, por um diretor chamado Jean Bernard Devraignes. A Siemens, no entanto, esperou a data-limite para entrada de recurso, 24 de fevereiro de 2000, para assinar o acordo, em Brasília. Naquele dia, para ter certeza de que tudo sairia conforme combinado, Hélcio Aunhão, diretor da Siemens, foi ao aeroporto da capital federal encontrar com Brockveld, então disposto a entrar com o recurso administrativo contra o resultado da licitação, o que nunca aconteceu. Depois de assinados os contratos, no entanto, as empresas vencedoras não honraram os acordos.Edson Brockveld, então, esperou o momento certo de se vingar. A crise desencadeada a partir das denúncias de corrupção, justamente nos Correios, lhe pareceu a oportunidade ideal. Na quinta-feira 22, o empresário foi ao Congresso Nacional para entregar toda a documentação sobre o caso à senadora Ideli Salvati (PT-SC).Disse a ela ter tomado a iniciativa de denunciar o caso agora porque, impedido de participar da licitação e traído por empresas internacionais, achava que a CPMI dos Correios iria se interessar pelo caso. Por isso havia decidido ir pessoalmente ao Senado. Ele disse à senadora que, em princípio, não tem interesse em entrar em briga judicial contra a ECT, mas pretende acionar a Siemens e a Alstom por quebra de contrato.A NEC, substituta da Alstom, teve, em 2004, o contrato aditivado nos porcentuais previsto na Lei de Licitação, o que não ocorreu com a Siemens. A empresa alemã, então, entrou com uma ação contra os Correios. O processo está correndo na Justiça Federal de Brasília. A decisão dos Correios levou o deputado José Roberto Arruda a procurar o ex-ministro das Comunicações Eunício de Oliveira e registrar protesto em nome da Siemens. Clique abaixo e confira os documentos:



Escrito por Jussara Seixas às 05h28
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CPI para investigar contratos da Alstom é "eleitoralismo", diz Serra
Folha Online
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), afirmou nesta segunda-feira que a intenção da base aliada do governo Lula de criar uma CPI no Congresso para investigar possíveis irregularidades nos contratos do governo do Estado com a multinacional francesa Alstom não passa de ação eleitoreira. "Isso é eleitoralismo, é o kit PT", afirmou o governador durante evento no Palácio dos Bandeirantes.
De acordo com Serra, a primeira ação a ser feita pelo o governo estadual é tomar conhecimento dos documentos enviados pelo Ministério Público da Suíça ao governo brasileiro. "Até agora, a única coisa que se conhece são vazamentos", afirmou.
Os documentos apontam que empresas "offshore" teriam sido utilizadas para repassar, entre 1998 e 2001, até R$ 13,5 milhões em propinas para políticos e autoridades de SP, em valores atualizados. No período, o Estado foi governado pelos tucanos Mario Covas e Geraldo Alckmin.
Eleitoreiro? Como assim, a Suíça e França, estão fazendo campanha contra o PSDB, são todos petistas por lá? Não foi o PT que levantou essa sujeira, que fez esse dossiê Alstom, foi MP, juízes, da Suíça.O que vazou é mais do que suficiente para o Brasil investigar, apurar quais os tucanos que receberam propinas. Serra está querendo jogar a sujeira para baixo do tapete, aliás como sempre fizeram.




Escrito por Jussara Seixas às 18h45
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Caso Alstom: Deputado pró-CPI nega "politização"

"Eletrobras, Itaipu, Metrô de São Paulo, Cesp, Petrobras, CPTM, Sabesp. São inúmeras as empresas, aqui e no exterior, com as quais a multinacional francesa Alstom é acusada de manter relações comerciais nebulosas por meio do pagamento de propinas e "comissões". Os repasses teriam como objetivo a obtenção de vantagens em concorrências das quais a empresa participou.

As investigações na Alstom tiveram início em novembro de 2007, depois que o Ministério Público da França seguiu os rastros de uma denúncia da Justiça suíça, segundo a qual a empresa teria movimentado US$ 20 milhões para financiar propinas no Brasil, Venezuela e Indonésia. Presente em 70 países, a multinacional teve faturamento de mais de 14 bilhões de euros entre 2006 e 2007.

Para aprofundar as investigações sobre a Alstom no Brasil, o deputado João Bacelar (PR-BA) pretende instalar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Câmara dos Deputados. O parlamentar nega que haja tentativa de "politizar" a criação da CPI - apesar de a empresa ser investigada pelo Ministério Público Federal e pelo MP de São Paulo por evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

- Eu não queria politizar um requerimento desses - afirma - A CPI já estava pronta, mas quando eu senti uma politização em torno de São Paulo, solicitei mais informações para dar um lastro mais forte - explica.

Em depoimento, um empresário preso pela Polícia Federal disse que a companhia francesa pagou mais de US$ 700 mil a Petrobras, conforme noticiou o jornal Folha de S. Paulo.

Bacelar evitar citar o número de assinaturas que dispõe para criar a CPI. Ele crê, no entanto, que nesta semana haverá uma "pressão grande" sobre a Câmara para que a comissão seja instalada. O deputado espera ainda as informações sobre o caso solicitadas ao TCU (Tribunal de Contas da União) e aos ministérios.”
Diego Salmen, Terra Magazine
Entrevista Completa, ::Aqui::

http://nogueirajr.blogspot.com/



Escrito por Jussara Seixas às 16h23
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Contratos irregulares da Asltom estão engavetados na Assembléia


O deputado João Bacelar (PR-BA) vai tentar nesta semana a instalação de uma CPI na Câmara para investigar os contratos firmados com a Alstom e os tucanos.Os contratos a serem investigados serão os firmados entre a Eletropaulo e a Alstom, João Bacelar prometeu dar início nesta semana à coleta de assinaturas para o requerimento de instalação da CPI. São necessárias 171 subscrições, entre 513 deputados.

O deputado diz ter apoio de outros colegas- enviou ao TCU (Tribunal de Contas da União) pedido de informações sobre os contratos da empresa que estão sob investigação.

João Bacelar havia prometido há duas semanas iniciar a coleta de assinaturas, mas recuou depois que os tucanos comandados por José Serra e os amigos do ex-governador Geraldo Alckmin o acusaram de agir politicamente para prejudicar o PSDB, a pedido do DEM ou do governador da Bahia, Jacques Wagner.

"Eu já estava com o pedido de instalação da CPI pronto quando surgiram essas acusações de que eu agia politicamente. O governador é meu amigo e não tem conhecimento disso. Eu não tenho o objetivo de atingir ninguém", afirmou ele.

Documentos enviados ao governo brasileiro pelo Ministério Público da Suíça indicam que empresas "offshore" foram utilizados para repassar propinas para autoridades de SP durante os governos dos tucanos Mário Covas e Geraldo Alckmin, e o genro do ex-presidente Ferando Henrique Cardoso, David Zylberstajn, segundo relatou o jornal "O Estado de S.Paulo". Um contrato realizado pela Eletropaulo, entre 1997 e 1998, está sob investigação.

Os tucanos, Geraldo Alckmin, José Serra e Fernando Henrique Cardoso, dizem não ver elementos para a instalação de uma CPI da Alstom na Casa."Não me consta que haja qualquer envolvimento de membros do Congresso nessas denúncias. É matéria que diz respeito ao Estado de São Paulo", disse o líder do PSDB na Casa, José Aníbal (SP).

Deputados petistas defendem a eventual instalação da CPI só depois que novas informações sobre o caso forem encaminhadas ao Congresso."Eu fiz ofício ao Ministério da Justiça sobre o assunto [solicitando a documentação]. O ideal é esperar primeiro as informações para sabermos do que se trata", disse o deputado Paulo Teixeira (PT-SP).

Na Assembléia paulista, a bancada do PT diz que pretende para apurar o caso.

A comissão tem à frente o deputado petista Antonio Mentor e aprovou a convocação de David Zylberstajn, secretário de energia do governo Covas.O medo do PSDB, principalmente a ligada a Alckmin, é o de que a Assembléia consiga os documentos que estão em poder do Ministério da Justiça.

Escreva para os deputados petistas na Assembléia Legislativa de São Paulo. Vamos incentivar os deputados a criarem a CPI Alstom.

Adriano Diogo
adiogo@al.sp.gov.br

Ana do Carmo
anadocarmopt@al.sp.gov.br

Ana Perugini
aperugini@al.sp.gov.br

Antonio Mentor
amentor@al.sp.gov.br

Carlinhos Almeida
carlinhos@carlinhos.org

Cido Sério
cidoserio@al.sp.gov.br

Donisete Pereira Braga
dpbraga@al.sp.gov.br

Enio Tatto
eniotatto@al.sp.gov.br

Hamilton Pereira
hpereira@al.sp.gov.br

José Cândido
josecandido@al.sp.gov.br

José Zico Prado
jprado@al.sp.gov.br

Marcos Martins
mmartins@al.sp.gov.br

Maria Lúcia Prandi
mlprandi@al.sp.gov.br

Mário Reali
mreali@al.sp.gov.br

Roberto Felício
rfelicio@al.sp.gov.br

Rui Falcão
rfalcao@al.sp.gov.br

Sebastião Almeida
salmeida@al.sp.gov.br

Simão Pedro
spedro@al.sp.gov.br

Vanderlei Siraque
vsiraque@al.sp.gov.br

Vicente Cândido
vcandido@al.sp.gov.br
http://www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com/


Escrito por Jussara Seixas às 12h31
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Escrito por Jussara Seixas às 11h02
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 CASO ALSTOM E O TUCANO REINALDO AZEVEDO
O blogueiro abestalhado Reinaldo Azevedo, que pensa que é jornalista, está fugindo do assunto Alstom e os tucanos, como o diabo da cruz. Ele usou o seu blog a semana passada para atacar os ministros do STF porque aprovaram as pesquisas com célula tronco embrionárias, ele é contra as pesquisas. Ele diz que esse é o mote para a legalização do aborto, ele também é contra. Ele se diz um católico fervoroso, temente a Deus. Também usou o espaço para atacar os índios, ele é contra a demarcação da terra indígena Raposa do Sol, para os índios. Ele é a favor de Quartiero, do governador de RR, que é do PSDB. O curioso é que quando ele recebia dinheiro da Nossa Caixa, dinheiro desviado de estatais do governo de SP para manter a sua revista Primeira Leitura que fazia propaganda mentirosa, a favor do governo de Alckmin em SP, ele não era temente a Deus. Defensor ferrenho do governo de FHC, ele idolatra FHC até por conta do desemprego recorde, das privatizações escusas, da compra de votos para a reeleição em 1996. Falar do caso Alstom e os tucanos nem pensar, uma notinha de noticia de jornal, para não dar muito na cara o apego dele por FHC, Serra, e tucanos, foi o máximo que ele conseguiu fazer. O Deuses dele tem nomes: FHC, Civita, Serra,Alckmin, PSDB.
Jussara Seixas




Escrito por Jussara Seixas às 11h00
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José Serra está agindo para barrar mais uma CPI na Assembléia Legislativa do Estado.


Para os jornalistas e para aparecer na mídia,o ex-governador Geraldo Alckmin está defendendo as investigações do caso Alstom/PSDB. “Se for apurada alguma coisa, defendo punição exemplar”. O ex- governador Geraldo Alckmin, só está defendendo a investigação, por que sabe que nada vai acontecer.Jornais como a Folha, não tem dado atenção ao caso. Como bem lembrou o jornal Hora do Povo; “Assim que jornais internacionais noticiaram que a multinacional Alstom pagou propina para tucanos de São Paulo por conta de contratos assinados com o Metrô, o jornal “Folha de São Paulo” tratou logo de exumar investigações da Polícia Federal sobre uma quadrilha que extorquia estatais federais de energia elétrica para tentar tirar o foco das irregularidades cometidas no governo de São Paulo”.

Na última segunda-feira, por exemplo, o destaque foi dado para uma matéria requentada de que o nome do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), líder do partido no Senado, e o de Adhemar Palocci, diretor da Eletronorte e irmão do deputado federal Antonio Palocci (PT-SP), apareciam numa lista apreendida pela PF em 2006 na casa do ex-assessor de Raupp, José Roberto Paquier, juntamente com uma cifra de R$ 2 milhões e o nome da Alstom.

A operação desencadeada na época pela PF, conhecida como Castores, visava desbaratar uma quadrilha que tentava extorquir estatais federais de energia elétrica. Em meio às apurações, a PF chegou a Paquier, que na época foi preso e demitido pelo senador. Segundo a PF, ele tentava intermediar o pagamento de uma dívida de R$ 300 milhões que a Eletronorte tinha com a Alstom.

Embora esta operação tenha sido amplamente noticiada na época, a “Folha” resolveu relembrar o caso, para colocar apenas no meio da matéria, que a Alstom está sendo investigada porque os promotores da França e da Suíça “citam que um dos casos suspeitos envolve o Metrô paulistano - a empresa teria pago US$ 6,8 milhões a políticos para ganhar uma licitação de US$ 45 milhões”.

Para Valdir Raupp , o envolvimento de seu nome em uma denúncia de propina paga pela Alstom, empresa com a qual jamais teve qualquer contato e da qual nunca recebeu qualquer doação de campanha, “está com cara de missa encomendada”. “Não há inquérito, não há processo e, que eu saiba, também não houve investigação”, declarou o senador. Raupp diz que há mais de dois anos, quando o único diretor da Eletronorte indicado por ele foi demitido, não tem nenhum indicado seu lá. “Só conheci o presidente da Eletronorte à época (Carlos Nascimento) depois que ele tomou posse” disse Valdir Raupp .


O JN da Globo, tão acostumado com suas manchetes espetaculares quando se trata de denunciar o governo federal, dessa vez, esqueceu do escandâlo tucanoAlstom. O assunto, até o momento, não mereceu nem mesmo um comentário por parte do senhor Ali Kamel.

Enquanto isso, as primeiras notícias começam a circular entre os jornalistas, dão conta de que o governo tucano de São Paulo está agindo para barrar mais uma CPI na Assembléia Legislativa do Estado.

Nos últimos anos, cerca de 70 pedidos de investigação foram engavetados pela pressão que os governadores exercem sobre os parlamentares da base aliada do PSDB.

Desta vez, o pedido de Serra é para não deixar ir longe as denúncias de corrupção envolvendo a multinacional Alstom e estatais do governo estadual. A bancada do PT na Assembléia, que propôs a comissão, já recolheu 23 assinaturas e precisaria de pelo menos outras nove, mas o governador José Serra (PSDB), assim como seus antecessores, trabalha para que nada saia do papel. De um lado a mídia abafa o caso, do outro, José Serra pede a sua bancada que barre qualquer coisa que envolva o nome dos tucanos

Segundo o líder da bancada, na assembléia legislativa de São Paulo os petistas estão encontrando dificuldade porque "há uma orientação do Palácio dos Bandeirantes para que não assinem requerimentos de CPI".

A intenção da bancada é avançar sobre a base governista para conseguir as assinaturas restantes. Eles apostam na adesão de integrantes dos partidos que sustentam o governo, divididos em uma rixa entre partidários de Serra e de Geraldo Alckmin.Vamos aguardar!

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Escrito por Jussara Seixas às 04h34
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Deputado aliado tenta CPI do caso Alstom

João Bacelar (PR-BA) trabalha por instalação de comissão na Câmara para investigar relação de multinacional com tucanos

Em São Paulo, PSDB será alvo de CPI na Assembléia que vai apurar suposto pagamento de propina a políticos na gestão Alckmin

DA FOLHA ONLINE, EM BRASÍLIA

Integrante da base aliada do governo Lula, o deputado João Bacelar (PR-BA) vai retomar nesta semana a investida para a instalação de uma CPI na Câmara para investigar os contratos firmados pela multinacional francesa Alstom no Brasil.
Motivado pelas novas denúncias de contratos irregulares firmados entre a Eletropaulo e a Alstom, Bacelar prometeu dar início nesta semana à coleta de assinaturas para o requerimento de instalação da CPI. São necessárias 171 subscrições, entre 513 deputados.
O deputado -que, sem citar nomes, diz ter apoio de outros colegas- enviou ao TCU (Tribunal de Contas da União) pedido de informações sobre os contratos da empresa que estão sob investigação.
Bacelar havia prometido há duas semanas iniciar a coleta de assinaturas, mas recuou depois de ser acusado de agir para prejudicar o PSDB, a pedido do DEM ou do governador da Bahia, Jacques Wagner (PT).
"Eu já estava com o pedido de instalação da CPI pronto quando surgiram essas acusações de que eu agia politicamente. O governador é meu amigo e não tem conhecimento disso. Eu não tenho o objetivo de atingir ninguém", afirmou ele.
Documentos enviados ao governo brasileiro pelo Ministério Público da Suíça indicam que empresas "offshore" teriam sido utilizadas para repassar propinas para autoridades de SP durante os governos dos tucanos Mário Covas e Geraldo Alckmin, segundo relatou o jornal "O Estado de S.Paulo". Um contrato realizado pela Eletropaulo, entre 1997 e 1998, está sob investigação.
Os tucanos, principais atingidos no caso, dizem não ver elementos para a instalação de uma CPI da Alstom na Casa.
"Não me consta que haja qualquer envolvimento de membros do Congresso nessas denúncias. É matéria que diz respeito ao Estado de São Paulo", disse o líder do PSDB na Casa, José Aníbal (SP).
Deputados petistas defendem a eventual instalação da CPI só depois que novas informações sobre o caso forem encaminhadas ao Congresso.
"Eu fiz ofício ao Ministério da Justiça sobre o assunto [solicitando a documentação]. O ideal é esperar primeiro as informações para sabermos do que se trata", disse o deputado Paulo Teixeira (PT-SP).

São Paulo
Na Assembléia paulista, o PT pretende utilizar nesta semana a CPI da Eletropaulo, já em andamento, para apurar o caso.
A comissão tem à frente o deputado petista Antonio Mentor e aprovou a convocação de David Zylberstajn, secretário de energia do governo Covas.
Reservadamente, os tucanos avaliam que o Planalto não trabalhará pela instalação de uma CPI em Brasília, pois a multinacional tem muitos contratos com o governo federal.
O temor de parte do PSDB, principalmente a ligada a Alckmin, nesse sentido, é o de que a Assembléia consiga os documentos que estão em poder do Ministério da Justiça.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0206200804.htm



Escrito por Jussara Seixas às 04h12
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CASO ALSTOM  E OS TUCANOS NA ALEMANHA

O Caso Alstom e os tucanos, divulgado por um blog na Alemanha. Isso mesmo a companheira Glória  mora na Alemanha, está divulgando o Caso Alstom na Alemanha. O endereço do blog é: http://alstom.over-blog.org/ 



Escrito por Jussara Seixas às 18h17
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